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Telerregulação
BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº 50/2015. Diretrizes para oferta de atividades do Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes. 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Custeio dos núcleos de telessaúde: manual instrutivo. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de telessaúde para a atenção básica/ Atenção Primária à Saúde: protocolo de telerregulação de teleconsultorias. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.546, de 27 de outubro de 2011. Redefine e amplia o Programa Telessaúde Brasil, que passa a ser denominado Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes (Telessaúde Brasil Redes). Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2546_27_10_2011.html>. Acesso em: 20 mar. 2016.
WORLD ORGANIZATION OF NATIONAL COLLEGES, ACADEMIES. Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP 2). 2. ed. Florianópolis: Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2009. Disponível em: <http://www.sbmfc.org.br/media/file/CIAP%202/CIAP%20Brasil_atualizado.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2016.
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução CFM nº 1.643/2002. Define e disciplina a prestação de serviços através da Telemedicina. Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2002/1643_2002.htm>. Acesso em: 10 mar. 2016.